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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pede defesa da democracia em seu primeiro discurso internacionalO presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pede defesa da democracia em seu primeiro discurso internacional

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Publicado em 20/02/2021, Por Jornal O Sul

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu por defesa da democracia e oposição aos regimes autoritários, nessa sexta-feira (19), em sua estreia mundial na Conferência de Segurança de Munique, transmitida de forma virtual por conta da pandemia de covid-19.

“A democracia não acontece por acidente”, disse Biden no encontro com líderes europeus. “Temos de defendê-la, fortalecê-la e renová-la.”

O presidente americano disse também que é preciso provar que o modelo democrático é atual “não uma relíquia histórica”. Disse ainda que a democracia é a melhor forma de cumprir com a promessa de um futuro.

“Se trabalharmos juntos com nossos aliados democráticos, com força e confiança, sei que vamos enfrentar todos os desafios e ultrapassar todas as barreiras”, afirmou Biden.

Durante o discurso, ele disse que os EUA estão preparados para voltar a conversar com o Irã sobre o cumprimento de um acordo de 2015, que tem o objetivo de impedir o desenvolvimento de armas nucleares no país do Oriente Médio – as negociações foram abandonadas pelo governo de Donald Trump.

Reunião do G7

Biden fez, também nessa sexta, sua estreia em um encontro do G7, grupo das maiores potências econômicas do mundo, formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

O tom usado pelo presidente americano o afastou completamente daquele usado pelo seu antecessor.

Enquanto Trump defendia “America First” (EUA primeiro), Biden reforçou a importância da cooperação internacional e da coletividade.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, foi o anfitrião da reunião, que foi realizada integralmente por meio de videoconferências, por conta das restrições impostas pela pandemia do coronavírus.

Em seu discurso de abertura, o conservador disse que a manutenção do emprego e o crescimento econômico são os principais desafios para os países.

“A covid-19 nos mostrou que o mundo precisa de maiores defesas para a saúde global”, disseram os países em um comunicado divulgado após a reunião. “Vamos seguir apoiando as economias a proteger empregos e desenvolver uma recuperação sustentável.”

Acordo do clima

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nessa sexta, o que marca a retomada da Casa Branca nos esforços mundiais de combate às mudanças climáticas.

A volta ocorre quase um mês depois da posse do presidente Joe Biden, eleito com a promessa de reduzir as emissões de gases estufa no país e de combater as mudanças climáticas em parceria com outros países. No mesmo dia em que chegou à Casa Branca, o democrata anunciou o retorno dos EUA ao Acordo de Paris.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump alegou que o acordo sairia cara demais para os americanos, com cortes nos postos de trabalho.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

(FOTO: REPDRODUÇÃO TWITTER)





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